Estar por estar

Naquela mente há vultos
Que estão a incomodar
Ocupando um espaço a organizar,
Seguindo um rumo do sepulto

Girando em um circulo a completar,
Caindo num submundo de tumultos,
Onde loucos se tornam ocultos
Vítimas dos bons costumes a conservar.

O que olhos de louco vêem
 É da inocência mais virgem
Do estar por estar e querer

O não perceber que seu existir
Nunca terá um objetivo a atingir,
Mas sim querer apenas viver.

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