Rosas brancas


Tenho pavor do escuro, mas é você que vejo ao fechar meus olhos quando tenho medo. Não existe prólogo que consiga explicar o que surge contigo. A você tenho confidências mortais de um triste legado passado. Com sua licença, vou pedir ao maquinista que me deixe descer. Ficarei por aqui com as estrelas. Mas antes, quero que apenas saiba: No infinito vejo um fim, e no fim, a tua mão. Sou alérgico a rosas, mas as aceito por educação.

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